sábado, 9 de outubro de 2010

Chiclete com banana

A história do Chiclete com Banana começou nos tradicionais bailes de formatura, os embalos dos sábados e festanças pelo interior.
Naquela época, a banda se chamava Scorpius e já causava curiosidade pelas suas apresentações muito originais. Era o prenúncio do que o futuro reservava para os rapazes Scorpianos: um novo estilo, um novo nome e uma gigantesca tribo de fervorosos fãs pelos quatro cantos do mundo onde o lema é a alegria e a felicidade.
Agrupados há mais de 26 anos, misturando vontade e audácia, viajaram por diversas influências musicais: Luiz Gonzaga, Moraes Moreira, Beatles, Carlos Santana, Novos Baianos, Rolling Stones. E numa ousadia baiana misturaram tudo. Por isso, Nildão, cartunista e artista gráfico, gritou em alto e bom som: “isso é uma louca mistura”. Aconselhou o grupo trocar o nome americanizado, Scorpius, para o tropical e sonoro CHICLETE COM BANANA.
O trio elétrico entrou na vida do grupo em 1980, partindo de uma idéia arquitetada por Bell Marques. Uma grande ousadia, pois os famosos trios daquela época, como Moraes Moreira, Armandinho, Dodô e Osmar, Tapajós, entre outros reinavam absolutos no Carnaval da Bahia.
Evoluíram o trio elétrico, mudaram todo o seu sistema sonoro, em uma estratégia regida pelo Mixer Wilson Marques, que buscou colocar no trio a mesma sonoridade de um palco dos grandes concertos musicais, conseguindo esse objetivo com a utilização de equipamentos nunca antes usados e a mudança total da localização da banda, que antes ficava dividida: percussão embaixo e vocalista e instrumentos de harmonia em cima.
O Chiclete sempre foi sinônimo de alegria e durante a sua trajetória animou muitos carnavais em diversos blocos, como Traz os Montes, Traz a Massa, e Internacionais. Mas foi em 1990 que nasceu a parceria Chiclete e Camaleão, que já dura mais de 18 anos.
O Camaleão é o bloco de maior prestígio no Carnaval de Salvador e a sua história com o Chiclete é marcada por grandes sucessos! Juntos já conquistaram inúmeros prêmios como melhor bloco, melhor cantor, melhor banda, melhor música do Carnaval e muito mais!
O sucesso dessa parceria foi tão grande que para atender a nação chicleteira e proporcionar mais alegria a todos os foliões do Carnaval da Bahia, foi criado em 1993 o Bloco Nana Banana, alternativo do Camaleão, onde jovens bonitos, alegres e travessos, tendo o pôr-do-sol como testemunha invadem a avenida principal da Barra em direção a Ondina. Um colorido deslumbrante, um momento mágico e único, quando os primeiros acordes do Chiclete são ouvidos anunciando que o carnaval começa naquele momento e que não existe mais espaço para tristeza.
No ano 2000, o Chiclete traz uma grande novidade para o Carnaval, o Tiranossauro Rex, o mais sofisticado trio elétrico do país. O TRIO REX, como é carinhosamente chamado, é o trio onde o Chiclete se apresenta, um trio especial e vencedor. Oito anos eleito o melhor do carnaval. Wilson Marques, líder absoluto, onde rege uma orquestra de técnicos que colocam em funcionamento o Tiranossauro Rex, conhecido como o “Predador da Tristeza”.
Equipado com camarim totalmente refrigerado, sistema sonoro frontal móvel conforme a direção do caminhão, plataformas laterais hidráulicas e outros equipamentos sofisticadíssimos que fazem o REX ser um destaque no carnaval.
Em 2004 o Chiclete inova mais uma vez! Com toda energia e alegria que só a banda tem, cria um bloco para fazer o encerramento do Carnaval, que foi chamado de Voa Voa, sendo esse um dos momentos mais emocionantes e inesquecíveis da festa: ver o nascer do sol em Ondina, na quarta-feira de cinzas, ao som da maior banda do carnaval de Salvador, e lança o seguinte desafio para os foliões: Quem tiver pique para ir atrás do Voa-Voa, que venha!
Tendo a alegria como bagagem, O Chiclete atravessou fronteiras e partiu para outros países mostrando o swing e a fusão dos ritmos baianos.
As primeiras viagens foram para a Europa: Espanha, festa de San Izidro em Madri, França: Paris e Deuxville, Alemanha, numa excursão por oito cidades que foi repetida no ano seguinte. Chegou então a vez da América do Norte: Miami (Miami beach, primeiro trio na terra do tio Sam, NY - Brazillian Day).
Na América do Sul, o Chiclete foi para a Argentina comemorar os 500 anos da descoberta da América. Em 2006, volta aos Estados Unidos em uma excursão de grande sucesso e repercussão, que lhe rendeu o PRESS AWARD 2007, na categoria , Outstanding Brazilian Music US Tour - AXÉ (Destaque Tournê U.S. de Show Brasileiro - AXÉ).
Atualmente a banda Chiclete com Banana é formada por Bell Marques (voz e guitarra), Wadinho Marques (teclados), Rey (Bateria), Waltinho Cruz (percussão), Deny (percussão), Lelo (contrabaixo) e Wilson Marques (mixer).
Grandes nomes do axé que animam milhares de pessoas por onde passam, seja em shows, micaretas e principalmente no Carnaval de Salvador. Em 2010 a alegria continua. Shows, discos, músicas novas, sucessos e prêmios. E a cada dia crescendo a legião que vai “atrás do caminhão”, porque quem é Chicleteiro Deus abençoa e quem não é Deus perdoa. 
O Carnaval de Salvador é a maior festa de participação popular do planeta. Criado e mantido pelo povo, trata-se de uma manifestação espontânea e livre, onde o carnal, o lúdico e o físico se misturam com a emoção e a ginga dos baianos que conseguem renovar a folia a cada ano.

O som eletrizante do trio é a deixa para que nos três circuitos (Osmar (Avenida), Dodô (Barra-Ondina) e Batatinha (Centro Histórico)) haja uma verdadeira explosão de alegria. Os blocos afro, com seus tambores e o som orientalizado dos afoxés são um contraponto para essa festa plural - porque rica de ritmos, estilos e manifestações artísticas - e singular porque única.

O Carnaval de Salvador atrai multidões. São mais de dois milhões de foliões - baianos e turistas - nas ruas e cerca de 234 entidades em 11 categorias (20 afoxés, 68 afros, 20 alternativos, 22 de samba, 45 blocos de trio, 03 especiais, 03 de índios, 07 infantis, 26 de percussão, 07 de sopro e percussão e13 de travestidos ) cadastradas na Saltur - Empresa Salvador Turismo, responsável pela organizaççao e coordenação da festa.

A Cidade do Carnaval ocupa uma área de 25 quilômetros, abrigando camarotes, arquibancadas, postos de saúde, postos policiais, além de toda uma infra-estrutura especial montada pelos diversos órgãos municipais, estaduais e federais. Nos seis dias, como nos remete a própria marca da festa, “O coração do mundo bate aqui”, Salvador recebe gente de todo o estado da Bahia, de todo o país e dos quatro cantos do mundo que se unem numa mesma emoção.

Chiclete com banana

A banda, formada por Bell Marques (vocal, guitarra, violão e compositor), Wadinho Marques (teclado), Valdemar (bateria), Waltinho Cruz (percussão), Deny (percussão) e Lelo (contrabaixo) originou-se de um grupo chamado Scorpius, que se apresentava em festas de formatura e era considerado um autêntico conjunto de bailes. Desse grupo já faziam parte Bell e Wadinho, que mais tarde vieram a se unir com os demais integrantes.
Em 1980, abraçando a idéia de Bell de tocarem em um trio elétrico, foram contratados pelo Bloco Traz os Montes para tocarem no Carnaval daquele ano. No ano seguinte, o engenheiro de som Wilson Silva (irmão de Bell e Wadinho) sugeriu e pôs em prática uma idéia revolucionária de fechar toda a lateral do Trio com caixas de som e usar equipamentos de potência transistorizada, passando todos os músicos a tocarem na parte superior do trio, causando assim, na época, grande diferença dentre os demais, já que nesses a percussão localizava-se nas laterais inferiores e somente os músicos de corda permaneciam na parte superior. Esta foi a maior revolução do trio elétrico na década de 80.
Em 1982 a banda foi convidada para gravar um disco. Surgiu então a vontade de mudar o nome da banda que estava ultrapassado. Nildão, cartunista e artista gráfico foi o responsável pelo nome, que na época, criou muita polêmica. O nome "Chiclete com Banana" deu-se pela grande mistura de ritmos que a banda fazia com suas músicas. Com o nome da banda definido, o 1º LP foi gravado em 1982 com o nome "Traz os Montes". Depois disto, vieram os álbuns "Estação das Cores" (1983) e "Energia" (1984).
No ano de 1986 com o lançamento do disco "Gritos de Guerra", a banda vendeu quase um milhào de cópias, marcando assim o início do enorme fenômeno chamado Chiclete com Banana. Falar de Chiclete é falar de paz, harmonia, alegria. É falar de carnaval de Salvador, é falar de 26 carnavais fora de época que a banda toca, é falar dos quase 13 milhões de discos vendidos, sendo depois da banda Legião Urbana a que mais vendeu discos no Brasil, com cerca de 150 apresentações por ano. A banda possui também o trio elétrico mais moderno e caro do planeta: batizado de Tiranossauro Rex, o projeto custou cerca de 3 milhões de reais.
Depois de "Gritos de Guerra" veio o disco "Fé brasileira", que chegou a 450 mil cópias vendidas, que é a média de discos da banda vendidos por ano, ou seja, 4 Discos de ouro e 1 de Platina.
Desde 1982 o Chiclete com Banana faz experiências com todo estilo de música, do rock ao forró. Buscavam, com isso, injetar na nossa música um jeito peculiar e especial de ser. Essa grande salada de ritmos, leva até hoje o grupo às paradas de sucesso em todo o país, transformando em hit, nas rádios de todo o Brasil, sete a oito músicas por disco, façanha rara entre artistas nacionais.
A trajetória da Banda ainda inclui as passagens em blocos de Carnaval. Começaram com o "Traz os Montes", um bloco da garotada da Barra. Depois ficaram por 2 anos no "Traz a Massa", que era um bloco mais popular, o que nunca incomodou a banda, pois suas músicas sempre atingiram tanto o público mais popular quanto o das classes mais altas. O Chiclete com Banana sempre contou com o apoio de um público fiel, constituído da mais variadas faixas etárias e que lotam clubes, ginásios, campos de futebol, casas de espetáculos e diversos outros locais em que o grupo se apresenta.
Receberam então o convite do bloco Os Internacionais, onde tocaram por 4 anos. A banda lembra com muito carinho deste tempo de convívio com o bloco. Como o Chiclete já tinha o seu próprio trio, resolveu desvincular-se de blocos de Carnaval e tocar para o povão na rua, com ou sem patrocínio, pois já tinham uma estrutura montada e até sua própria produtora, a Mazana. Neste meio tempo apareceu a proposta tentadora do bloco Camaleão. Era a oportunidade de tocar para um público diferente. Firmaram então contrato com o Camaleão, sendo hoje o bloco mais caro pra desfilar no Carnaval de Salvador, onde estão até hoje.
Durante sua trajetória vitoriosa, o Chiclete com Banana teve algumas formações diferentes entre seus músicos. Bell Marques, Wadinho, Valmar Paim, Waltinho, Deni e Lelo formam atualmente o grupo de maior sucesso de Axé no Brasil.
No dia 01 de novembro de 2008, a banda gravou o segundo DVD em sua história na cidade de Salvador. O evento aconteceu no Parque de Exposições da capital baiana. A festa reuniu aproximadamente 50 mil chicleteiros.[1]

Chicleteiros

O Chiclete, como é carinhosamente chamado, possui uma legião de fãs cuja fidelidade se verifica no ininterrupto e constante sucesso que a banda apresenta, ao longo das mais de duas décadas em que se apresenta.
Chamados de "chicleteiros", os fãs da banda acompanham o trabalho e os blocos onde se apresenta, estes fanáticos chegam a pagar de 50 a 1000 reais por um dia de apresentação do Chiclete. Por isso que são mais de 50 fã clubes no brasil e mais de 10 no exterior.
A Banda CHICLETE COM BANANA, formada por Bell Marques, Wadinho Marques, Rey, Waltinho Cruz e Deny, originou-se de um grupo chamado SCORPIUS, que se apresentava em festas de formatura e era considerado um autêntico conjunto de bailes. Desse grupo já faziam parte Bell e Wadinho, que mais tarde vieram a se unir com os demais integrantes. Em 1980, abraçando a idéia de Bell de tocarem em um TRIO ELÉTRICO, foram contratados pelo Bloco TAZ OS MONTES para tocarem no Carnaval daquele ano. No ano seguinte, o engenheiro de som Wilson Silva (irmão de Bell e Wadinho) sugeriu e pôs ...